Categories

Most Popular

Veja os cuidados e proteja o seu cão contra a cinomose!

proteja o seu cão contra a cinomose

Uma doença canina viral e altamente contagiosa, a cinomose pode levar o animal à morte ou ainda, deixá-lo com graves sequelas após a recuperação.

Uma maneira de proteger o seu cão contra a cinomose é a vacinação, diminuindo as chances do seu peludinho desenvolver essa enfermidade e assim, também evitar que ele transmita a doença para outros pets.

Geralmente ela acomete cães que ainda não terminaram o protocolo vacinal (filhotes) ou, que não costumam ser protegidos anualmente com a imunização múltipla (Vacinas V8 ou V10). Apesar de ser mais comum em cães, essa enfermidade pode afetar todos os mamíferos em graus variáveis (em felinos domésticos ela é assintomática, por exemplo).

Quais os sintomas da cinomose em cães

O vírus da cinomose fica alojado nas células sanguíneas e no sistema nervoso central do pet. A doença pode apresentar determinadas sintomas, que variam de acordo com cada animal. Geralmente, o primeiro órgão a ser atingido é o sistema digestório. Sendo assim, um sintoma bastante comum é a diarreia.

Já quando a doença afeta o sistema respiratório são observadas secreções no nariz e região dos olhos. O sistema nervoso central também é acometido, e o animal passa a ter o andar desorientado e tremores musculares, podendo evoluir para crises de convulsões.

Confira aqui, os possíveis sintomas da cinomose:

  • Apatia
  • Perda de apetite
  • Diarreia
  • Vômito
  • Febre
  • Secreções oculares (remela em grandes quantidades nos olhos)
  • Secreções nasais
  • Convulsões
  • Paralisias
  • Tiques nervosos
  • Falta de coordenação.

Diagnóstico e tratamento da doença:

Para chegar a um diagnóstico exato o cachorro precisa passar por uma avaliação com o médico veterinário e a partir de exames de sangue específicos, a presença do vírus poderá ser confirmada ou descartada. 

Não há medicamentos antivirais eficazes para combater a doença. No entanto, o tratamento nada mais é do que cuidar dos sintomas que o animal apresenta.

Quando um cão está em tratamento, quais são os cuidados?

Um cão infectado costuma eliminar o vírus pela urina, fezes ou secreções no nariz e nos olhos, em até 90 dias após ter pego o vírus. Dessa forma, é proibido que o seu pet tenha contato com outros cachorros durante o período em que estiver doente. Mesmo que os sintomas clínicos já tenham desaparecido, a cinomose é altamente contagioso para demais animais.

Sequelas que a cinomose pode deixar

O animal que teve a doença evoluída ao estágio de acometimento do sistema nervoso pode ficar com tremores musculares, andar desordenado e/ou crises convulsivas por toda sua vida, mesmo não portando mais o vírus.

Neste caso, o animal com sequelas terá de ter auxílio de sessões de fisioterapia e acupuntura para melhorar o quadro. Além de fazer uso de anticonvulsivante em alguns casos.

Afinal, como a cinomose é transmitida?

O cachorro pode pegar cinomose de diversas maneiras, sendo que a principal delas é através das secreções nasais e oculares.

Além disso, quando um cãozinho tem contato com as secreções, urina ou fezes de outros animais com cinomose ele também pode contrair o vírus. Até mesmo a casinha, cobertores e alimentos dos animais infectados são fontes de infecção.

Fontes de contaminação

Os cães filhotinhos e idosos são bem mais vulneráveis às doenças infecto-contagiosas! Os bichinhos mais velhos podem ter seu sistema imunológico menos eficiente pela vulnerabilidade da idade. Já os mais novos, ainda não possuem muita defesa por terem seu sistema imunológico em desenvolvimento.

Também vale lembrar que o contato não necessariamente precisa ser direto e próximo. A infecção pode acontecer, por exemplo, quando passeamos com nosso pet. Animais doentes podem ter eliminado o vírus da cinomose na rua, calçada, em parques ou outros locais públicos e consequentemente, o seu filho de patas pode pegar o vírus alí.

Consultórios veterinários igualmente requerem atenção. Se o seu pet não possui o quadro de vacinas completo, não permita que ele tenha contato com outros cães, com o chão ou gaiolas que não foram higienizadas.

Proteja o seu cão contra a cinomose!

A vacinação é extremante importante para evitar a contaminação! A proteção contra a cinomose está dentro do pacote oferecido pelas vacinas V8, V10 e V11. 

  • Os filhotes devem receber de 3 a 4 doses da vacina viral. A primeira dose deve ser aplicada a partir de 45 dias de vida.  A segunda e terceira dose são administradas com intervalo de 21 dias. 

Depois de 10 dias (no mínimo) que o animal recebeu a última dose ele pode ter contato com o ambiente externo. Pois seu sistema imunológico estará apto a combater o vírus, caso haja contato com ele. Sendo assim, o recomendado é só passear com seu filhotinho depois de completar todo esse esquema de vacinação. 

  • Quando adultos, os cães devem receber um reforço anual tanto da vacina polivalente (em dose única para manter a titulação dos anticorpos num nível bom), assim como a vacina antirrábica.
  • Cachorros adotados ou resgatados na rua, precisam receber a mesma vacinação dos cães adultos, com uma dose a mais do reforço da vacina viral. Quando não se conhece o histórico vacinal de cães adotados ou resgatados, esse cuidado precisa ser seguido.

E aí, o seu filho de pelos está com todas as vacinas em dia? Fique de olho e não deixe seu cãozinho desprotegido!

    Deixe um comentário

    Your email address will not be published.*